Regime de caixa vs regime de fatura

Por que cartão é tratado diferente de conta corrente.

4 min de leitura Atualizado em 08 de junho de 2026

Cartão de crédito é a fonte mais comum de confusão em controle financeiro. O Gliber resolve adotando o regime de fatura: a despesa só impacta seu saldo no dia em que você paga a fatura, não no dia em que passa o cartão.

Por que isso importa

Imagine que hoje (8 de junho) você gasta R$ 2.000 no cartão Itaú, que fecha dia 5 e vence dia 12 do mês seguinte. Quando esse gasto vira saída de caixa?

  • Regime de caixa puro: hoje. Seu saldo "real" cai R$ 2.000 já no dia 8. Mas isso é mentira — seu saldo bancário não mudou.
  • Regime de fatura (o que o Gliber usa): só no dia 12 do mês que vem, quando a fatura é paga. Saldo bancário e saldo Gliber andam juntos.
Conta = caixa. Cartão = passivo.
Conta corrente segue regime de caixa: gastou, saiu. Cartão segue regime de passivo: o gasto vira passivo na fatura aberta, e só "sai" quando você paga.

O que aparece onde

PainelO que mostra
Saldo do mês (Dashboard)Saída real do caixa — não inclui compras de cartão ainda não pagas.
Dívida total (Saúde Financeira)Inclui faturas abertas + fechadas como passivo.
Faturas (Cartões)O total de cada fatura, mês a mês.
Compras (Cartões)Lista de cada compra, com a fatura em que ela cairá.

Por que é melhor assim

Você sabe que o saldo do dashboard reflete dinheiro disponívelpara gastar — sem precisar "descontar mentalmente" o que está na fatura aberta. As compras de cartão aparecem como passivo no momento certo, e o Score de Saúde Financeira leva isso em conta.

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